O Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica de Goiás concluiu que a fisioterapeuta e professora universitária Larissa da Mata Silva, de 30 anos, morreu por causas naturais. Segundo o laudo, ela sofreu trombose venosa profunda na perna direita, que evoluiu para tromboembolismo pulmonar enquanto participava de uma festa em Mozarlândia, no norte de Goiás.
De acordo com o documento oficial, o coágulo formado na perna se desprendeu, entrou na corrente sanguínea e bloqueou uma artéria do pulmão. Esse bloqueio interrompeu parcial ou totalmente o fluxo sanguíneo no órgão, quadro que pode levar a uma deterioração rápida do estado clínico e, em casos graves, ao óbito.
Testemunhas relataram que Larissa manifestou forte dor na perna durante a festa e buscou atendimento médico logo em seguida. Apesar das tentativas de estabilização, o coágulo atingiu a circulação pulmonar de forma rápida, provocando o tromboembolismo que resultou na parada súbita do fluxo de sangue ao pulmão.
A investigação médico-legal reforçou que não houve qualquer indício de ação externa, acidente ou violência no episódio. O laudo classificou o falecimento como natural, apontando exclusivamente a sequência de eventos vasculares. Larissa mantinha vida ativa nas redes sociais, compartilhando momentos de sua rotina acadêmica, e sua morte precoce causou comoção entre amigos, familiares e colegas de profissão.
O tromboembolismo pulmonar ocorre quando um coágulo formado, geralmente em veias profundas das pernas, se desprende e alcança as artérias dos pulmões. Os sintomas podem incluir falta de ar repentina, dor no peito que piora ao respirar, taquicardia, tosse seca ou com expectoração sanguinolenta. A gravidade do quadro varia conforme o tamanho do êmbolo e a extensão da área pulmonar afetada.
Com o laudo final, restam esclarecidas as circunstâncias que levaram ao falecimento de Larissa da Mata Silva. A conclusão de causa natural encerra dúvidas sobre o mecanismo fatal, reunindo provas de que o desfecho resultou da progressão entre trombose venosa profunda e obstrução arterial pulmonar. Amigos e companheiros de trabalho lamentam a perda e destacam o legado deixado pela fisioterapeuta e docente universitária.






