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Eleições municipais testarão poder de Bolsonaro como cabo eleitoral

Eleições municipais testarão poder de Bolsonaro como cabo eleitoral

Redação Filipeia News Por Redação Filipeia News
5 de fevereiro de 2024
em Destaque1
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O plano audacioso do PL para conquistar mais de mil prefeituras nas eleições deste ano está detalhado em uma das paredes de uma sala na sede do partido, em Brasília.

Um imenso quadro branco exibe o passo a passo do projeto que é calcado no poder de transferência de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Inelegível e pela primeira vez sem ocupar um cargo político desde 1989, Bolsonaro, com mais tempo livre do que nunca, testará novamente sua força como cabo eleitoral.

A polarização — estimulada também pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário político — tende a fazer diferença nas grandes cidades. A questão é sobre qual será o impacto do “terceiro turno” nos médios e pequenos municípios. Nesses eleitorados, o posicionamento ideológico não é o fator decisivo para a escolha do voto.

Levando-se em conta que Bolsonaro ajudou a eleger aliados como deputados, senadores e governadores, a exemplo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, não há dúvida da força política do ex-presidente.Os resultados das eleições municipais de 2020, porém, sugerem cautela sobre os prognósticos bolsonaristas. Naquele ano, em plena pandemia da Covid-19, Bolsonaro amargou um resultado aquém do esperado.

Em suas lives semanais, Bolsonaro pediu votos para 13 candidatos a prefeito em 2020, mas apenas dois se elegeram. Entre os derrotados, estavam o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), e Capitão Wagner (PL), em Fortaleza.

Aliados do ex-presidente minimizam o resultado daquele ano. Citam que Bolsonaro estava sem partido e não se engajou o suficiente na campanha pelos compromissos que tinha na Presidência.

Agora, calculam que o tempo livre e a estrutura do PL ajudarão o ex-presidente na missão de cabo eleitoral.

O planejamento do partido já está feito. Bolsonaro tem viagens previstas para capitais e cidades com mais de 200 mil eleitores que poderão ter segundo turno.

Outra prioridade são municípios com emissora de televisão em que há a transmissão de propaganda eleitoral obrigatória. Além disso, o ex-presidente também deverá se engajar por candidatos escolhidos por ele pessoalmente — independentemente de ser uma prioridade da legenda.

Na semana passada, ao lado dos filhos, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais para convocar a militância a se engajar para as disputas municipais.

Integrantes do partido dizem que é preciso encontrar, nos municípios, figuras à imagem e semelhança de Bolsonaro.

De férias prolongadas desde o fim de 2023, Bolsonaro, por onde passa, encontra apoiadores e faz reuniões improvisadas. Tudo compartilhado nas redes sociais, repetindo um roteiro que seguiu antes de se eleger presidente em 2018.

Com o engajamento total de Bolsonaro neste ano, não haverá desculpas para o resultado. A vitória ou a derrota, principalmente no confronto direto com os candidatos de Lula, será toda do ex-presidente.

Fonte: CNN Brasil

O plano audacioso do PL para conquistar mais de mil prefeituras nas eleições deste ano está detalhado em uma das paredes de uma sala na sede do partido, em Brasília.

Um imenso quadro branco exibe o passo a passo do projeto que é calcado no poder de transferência de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Inelegível e pela primeira vez sem ocupar um cargo político desde 1989, Bolsonaro, com mais tempo livre do que nunca, testará novamente sua força como cabo eleitoral.

A polarização — estimulada também pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário político — tende a fazer diferença nas grandes cidades. A questão é sobre qual será o impacto do “terceiro turno” nos médios e pequenos municípios. Nesses eleitorados, o posicionamento ideológico não é o fator decisivo para a escolha do voto.

Levando-se em conta que Bolsonaro ajudou a eleger aliados como deputados, senadores e governadores, a exemplo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, não há dúvida da força política do ex-presidente.Os resultados das eleições municipais de 2020, porém, sugerem cautela sobre os prognósticos bolsonaristas. Naquele ano, em plena pandemia da Covid-19, Bolsonaro amargou um resultado aquém do esperado.

Em suas lives semanais, Bolsonaro pediu votos para 13 candidatos a prefeito em 2020, mas apenas dois se elegeram. Entre os derrotados, estavam o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), e Capitão Wagner (PL), em Fortaleza.

Aliados do ex-presidente minimizam o resultado daquele ano. Citam que Bolsonaro estava sem partido e não se engajou o suficiente na campanha pelos compromissos que tinha na Presidência.

Agora, calculam que o tempo livre e a estrutura do PL ajudarão o ex-presidente na missão de cabo eleitoral.

O planejamento do partido já está feito. Bolsonaro tem viagens previstas para capitais e cidades com mais de 200 mil eleitores que poderão ter segundo turno.

Outra prioridade são municípios com emissora de televisão em que há a transmissão de propaganda eleitoral obrigatória. Além disso, o ex-presidente também deverá se engajar por candidatos escolhidos por ele pessoalmente — independentemente de ser uma prioridade da legenda.

Na semana passada, ao lado dos filhos, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais para convocar a militância a se engajar para as disputas municipais.

Integrantes do partido dizem que é preciso encontrar, nos municípios, figuras à imagem e semelhança de Bolsonaro.

De férias prolongadas desde o fim de 2023, Bolsonaro, por onde passa, encontra apoiadores e faz reuniões improvisadas. Tudo compartilhado nas redes sociais, repetindo um roteiro que seguiu antes de se eleger presidente em 2018.

Com o engajamento total de Bolsonaro neste ano, não haverá desculpas para o resultado. A vitória ou a derrota, principalmente no confronto direto com os candidatos de Lula, será toda do ex-presidente.

Fonte: CNN Brasil

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A polarização — estimulada também pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu principal adversário político — tende a fazer diferença nas grandes cidades. A questão é sobre qual será o impacto do “terceiro turno” nos médios e pequenos municípios. Nesses eleitorados, o posicionamento ideológico não é o fator decisivo para a escolha do voto.

Levando-se em conta que Bolsonaro ajudou a eleger aliados como deputados, senadores e governadores, a exemplo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, não há dúvida da força política do ex-presidente.Os resultados das eleições municipais de 2020, porém, sugerem cautela sobre os prognósticos bolsonaristas. Naquele ano, em plena pandemia da Covid-19, Bolsonaro amargou um resultado aquém do esperado.

Em suas lives semanais, Bolsonaro pediu votos para 13 candidatos a prefeito em 2020, mas apenas dois se elegeram. Entre os derrotados, estavam o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), e Capitão Wagner (PL), em Fortaleza.

Aliados do ex-presidente minimizam o resultado daquele ano. Citam que Bolsonaro estava sem partido e não se engajou o suficiente na campanha pelos compromissos que tinha na Presidência.

Agora, calculam que o tempo livre e a estrutura do PL ajudarão o ex-presidente na missão de cabo eleitoral.

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Integrantes do partido dizem que é preciso encontrar, nos municípios, figuras à imagem e semelhança de Bolsonaro.

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Integrantes do partido dizem que é preciso encontrar, nos municípios, figuras à imagem e semelhança de Bolsonaro.

De férias prolongadas desde o fim de 2023, Bolsonaro, por onde passa, encontra apoiadores e faz reuniões improvisadas. Tudo compartilhado nas redes sociais, repetindo um roteiro que seguiu antes de se eleger presidente em 2018.

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Fonte: CNN Brasil

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